Comunicación de emociones y procesamiento del dolor social en la escuela : un estudio socioeducativo con jóvenes estudiantes de la provincia de Buenos Aires
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Fecha
Autores
García, Pablo Daniel
Szapu, Ezequiel
Kaplan, Carina Viviana
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Editor
Universidade do Estado do Rio de Janeiro
Resumen
Las emotividades de las y los estudiantes forman parte constitutiva de la subjetividad juvenil. Teniendo en cuenta que el orden escolar es de naturaleza afectiva, las emociones y los sentimientos son elementos centrales para comprender e intervenir en la tramitación de las heridas sociales. Cuando las trayectorias educativas se ven signadas por situaciones de agresión, discriminación o estigmatización, se va edificando un dolor social que resulta difícil de tramitar. En el presente artículo se comparten los resultados de un estudio basado en la aplicación de un cuestionario en el que se plantea como problema las relaciones entre experiencias emocionales y producción de las violencias. Se recuperan las respuestas de 4.023 estudiantes, quienes respondieron el cuestionario durante el año 2022. En particular, este artículo considera y analiza el material empírico relevado con respecto a la comunicación de las emociones en la escuela y los modos en que esta interviene ante situaciones de violencia. El análisis de las experiencias emotivas que configuran la trama escolar posibilita una mayor comprensión de los conflictos que se presentan en el cotidiano con el fin de avanzar en un abordaje pedagógico que tienda a mejorar la convivencia.
As emoções dos alunos são parte constitutiva da subjetividade juvenil. Tendo em conta que a ordem escolar é de natureza afetiva, as emoções e os sentimentos são elementos centrais para compreender e intervir no tratamento das feridas sociais. Quando as trajetórias educacionais são marcadas por situações de agressão, discriminação ou estigmatização, constrói-se uma dor social difícil de processar. Este artigo compartilha os resultados de um estudo baseado na aplicação de um questionário no qual se problematizam as relações entre as experiências emocionais e a produção da violência. Recuperam-se as respostas de 4.023 alunos, que responderam ao questionário durante o ano de 2022. Em particular, este artigo considera e analisa o material empírico recolhido sobre a comunicação das emoções na escola e as formas como esta intervém em situações de violência. A análise das experiências emocionais que compõem o enredo escolar permite uma melhor compreensão dos conflitos que ocorrem no cotidiano para avançar em uma abordagem pedagógica que tende a melhorar a convivência.
The emotions of the students are a constitutive part of youth subjectivity. Taking into account that the school order is affective in nature, emotions and feelings are central elements to understand and intervene in the processing of social wounds. When educational trajectories are marked by situations of aggression, discrimination or stigmatization, a social pain is built that is difficult to process. This article shares the results of a study based on the application of a questionnaire in which the relationships between emotional experiences and the production of violence are posed as a problem. The responses of 4023 students, who answered the questionnaire during the year 2022, are recovered. In particular, this article considers and analyzes the empirical material collected regarding the communication of emotions at school and the ways in which it intervenes in situations of violence. The analysis of the emotional experiences that make up the school plot allows a better understanding of the conflicts that occur in everyday life in order to advance in a pedagogical approach that tends to improve coexistence.
As emoções dos alunos são parte constitutiva da subjetividade juvenil. Tendo em conta que a ordem escolar é de natureza afetiva, as emoções e os sentimentos são elementos centrais para compreender e intervir no tratamento das feridas sociais. Quando as trajetórias educacionais são marcadas por situações de agressão, discriminação ou estigmatização, constrói-se uma dor social difícil de processar. Este artigo compartilha os resultados de um estudo baseado na aplicação de um questionário no qual se problematizam as relações entre as experiências emocionais e a produção da violência. Recuperam-se as respostas de 4.023 alunos, que responderam ao questionário durante o ano de 2022. Em particular, este artigo considera e analisa o material empírico recolhido sobre a comunicação das emoções na escola e as formas como esta intervém em situações de violência. A análise das experiências emocionais que compõem o enredo escolar permite uma melhor compreensão dos conflitos que ocorrem no cotidiano para avançar em uma abordagem pedagógica que tende a melhorar a convivência.
The emotions of the students are a constitutive part of youth subjectivity. Taking into account that the school order is affective in nature, emotions and feelings are central elements to understand and intervene in the processing of social wounds. When educational trajectories are marked by situations of aggression, discrimination or stigmatization, a social pain is built that is difficult to process. This article shares the results of a study based on the application of a questionnaire in which the relationships between emotional experiences and the production of violence are posed as a problem. The responses of 4023 students, who answered the questionnaire during the year 2022, are recovered. In particular, this article considers and analyzes the empirical material collected regarding the communication of emotions at school and the ways in which it intervenes in situations of violence. The analysis of the emotional experiences that make up the school plot allows a better understanding of the conflicts that occur in everyday life in order to advance in a pedagogical approach that tends to improve coexistence.
Descripción
Palabras clave
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Cita bibliográfica
García, P. D., Szapu, E., & Kaplan, C. V. (2023). Comunicación de las emociones y tramitación del dolor social en la escuela: un estudio socioeducativo con jóvenes estudiantes de la provincia de Buenos Aires. Revista Teias, 24(75), 320-335.